Gastronomia: Para começar

por Daniela Novo

Caro internauta,
Antes de mais nada, seja bem-vindo ao blog 7 em 1. Aos sábados, este espaço vai estar destinado a tudo que envolva a Gastronomia. De eventos a questões filosóficas, de dicas a debate, esse pretende ser o desafio.

Cada vez mais, o tema passa a ser de interesse do jornalista. Ganha espaço, o jornalismo especializado. Passando numa boa banca de jornal, os impressos se multiplicam. No mundo virtual, é incontável o número de blogs. Até o Google se rendeu. Em fevereiro, foi inaugurado no buscador o Recipe View. Um serviço que promete encontrar as receitas que o internauta deseja. Por enquanto, as pesquisas no Recipe View só podem ser feitas nos Estados Unidos e no Japão.

A cozinha não passa por uma “globalização gastronômica”. Muitos pratos típicos de uma região são globais.  Na culinária marroquina, os pratos sofrem influências árabe, francesa e berbere por conta das colonizações. O que dá a ideia de global é o desenvolvimento da tecnologia. Fica mais fácil adquirir conhecimento. As distâncias somem e chegam até nós produtos que, há um tempo atrás, nunca sonharíamos que existisse ou que pudessem ser experimentados como a pasta de baunilha, o espumante francês.
Uma simples receita se torna sofisticada. O preço acessível passa a ser caro. Pense num simples brigadeiro. A receita mais modesta leva achocolatado. Agora, pensa em fazê-la com um chocolate francês ou belga que têm o preço bem acima que o brasileiro?  O melhor produto para buscar o melhor sabor.

Falando de preços, a comida que reúne, separa. Não só comida, mas o lugar e as opções de prato também. Para quem mora na cidade do Rio, basta reparar as diferenças. E São Paulo então é sempre apresentada como o pólo gastronômico. Lá, sempre tem mais. Mais opções, mais restaurantes, mais confeitarias, mais faculdades, mais gente e mais dinheiro. Numa cidade que reúne várias nacionalidades dá para explicar a grande oferta.

E deve ser natural por ser a cidade mais importante do país, por indicar tendências. Será que as léguas que separam os paulistanos da praia estimulam a ida a restaurantes como uma opção de entretenimento para a população?  Comparando com outras grandes cidades é sempre assim?

Até mais.

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