Gastronomia: O dia a dia de um chef de cozinha

por Daniela Novo

Chef Jamie Oliver em ação

Uma das maneiras de estarmos inseridos no cotidiano é ter uma atividade profissional. Se compreendermos o cotidiano como aquilo que se sucede todos os dias, trabalhar não podia ficar de fora. Na Gastronomia, o ambiente de trabalho é outro. Trocam-se as mesas, os carpetes e os computadores pelo balcão, o chão frio e a parede revestida de cerâmica, as panelas e as facas. Ao invés de papel, legumes, frutas, verduras e outros ingredientes.

O dia a dia de um chef de cozinha pode ser rotineiro ou dinâmico. Vai depender da intenção do profissional com a sua carreira. Um dia rotineiro ou morno requer fazer tudo sempre igual. Acordar, tomar café, cumprir tarefas, almoçar mais ou menos, ir para o restaurante, organizar a cozinha, preparar a equipe, produzir os pratos e voltar para a casa de madrugada. Agora, se o chef não tem esse estilo de vida, sua profissão pode ser diferente.

Ele pode ser consultor de restaurantes, professor de Gastronomia, oferecer serviço de catering lidando com todas essas atividades ou parte delas. Fora outros campos de atuação. A área da consultoria abrange em diagnosticar um restaurante. Dessa forma, o profissional vai analisar o cardápio e, talvez, propor uma atualização, treinar a equipe para preparar possíveis novos pratos, identificar o público do restaurante, conferir a organização da cozinha, como ela está abastecida e o seu estoque. É uma função estrutural.

O professor, é claro, dá aulas. Ensina técnicas, história da Gastronomia, higiene correta e corrige o comportamento de alunos na cozinha. Já o catering, lida com a diversão: produz eventos, pequenos ou grandes. O único problema é o final de semana. Não existe – como vale também para o “chef tradicional”.  Em entrevista para o site Ikwa, o chef proprietário da empresa Finger Food, Fabio Guerra, explica um pouco mais sobre o serviço de catering.

O especialista pode ser chamado para trabalhar em um lugar, a princípio, incomum. Isso porque temos um modelo de ambiente de trabalho na cabeça. Um cruzeiro, uma cozinha improvisada no jardim da casa do anfitrião de um evento ou a própria cozinha do anfitrião – se ela for capaz de suportar a produção dos pratos – podem ser algumas das opções. Para saber que um evento será realizado e tentar produzi-lo, ele, assim como o profissional de outra área, precisa ter uma rede de contatos.

Sendo chef ou não, trabalhar na carreira desejada requer esforço e dedicação. Portanto, mãos à obra. Quem sabe você não vire uma estrela na sua área profissional? Até o próximo sábado.

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