Evolução no Mundo dos Esmaltes

A escolha das mulheres para a composição de um look sempre foi composta de roupa, sapatos e acessórios. A partir das décadas de 50 e 60, pintar as unhas se popularizou. E além de entrar como um dos detalhes obrigatórios do visu, estar por dentro dos últimos lançamentos e coleções, se tornou questão de honra.

Lembro muito bem de que, há uns quinze anos, só sabíamos os nomes clássicos das cores dos esmaltes (Rebu, Renda, Tieta…). Não havia uma grande variedade de tons. No entanto, hoje temos coleções quase simultâneas de algumas das principais empresas de esmaltes nacionais como Risqué, Impala e Colorama.

Além de ampliar a produção e oferecer mais cores e novidades ao público, o que mais impressiona é o fato de que elas querem conhecer melhor suas consumidoras. Algumas até abusam deste contato e se consideram praticamente amiguinhas da consumidora final. Mas quem reclama?! Quase todas as marcas têm perfil no twitter, no Facebook, e até website. Usar as redes sociais hoje não é nada novo, mas há quatro anos não.

Querendo estar próxima dos seus consumidores, as marcas optam por diversas estratégias. Uma delas é o lançamento de várias coleções ao longo do ano. A Impala, por exemplo, lançou em 2011 uma coleção concomitante a edição outono/inverno do São Paulo Fashion Week, intitulada com o mesmo nome. Ou então o lançamento de uma coleção de esmaltes relacionada a uma temática como é a Dogs, da Risqué, da primavera/verão.

Como as cores tem ligação a um tema, torna-se mais interessante investir em nomes originais. Assim, o consumidor passa a chamar o esmalte rosa claro de “Primeiro Beijo”. Muito também está relacionado aos blogues que influenciam o consumidor.

Em termos de compras, não basta novidades ou idas à Lojas Americanas ou à farmácia da esquina para conseguir uma cor nova. Agora, com cartões de crédito internacionais, o aclamado paypal e todo tipo de facilidade para as compras de importação, a consumidora de esmaltes roda o mundo todo atrás de novidades em cores, efeitos e “funções” para as unhas.

E não é a toa que quando os esmaltes nacionais lançam suas versões de craquelados, flocados, cromados e afins, seja comum ver alguém dizer “Ai, ninguém aguenta mais isso”. O que é positivo, de certo modo. O mercado está cada vez mais ligado no que está acontecendo, o que está em alta e as próximas tendências. Nada melhor para o mundo da moda do que a globalização que assistimos, de camarote com pipoca, em alta velocidade.

Não era comum ver pautas do Jornalismo como “qual esmalte fulana estava usando na entrega do Oscar” ou em alguma estreia de filme por exemplo. Mas está acontecendo e é ótimo valorizarem tanto este mercado, a ponto de termos todo tipo de informação, relativo à composição de um look, que não para mais na bolsinha Chanel, no sapato Prada e no vestido Armani das celebridades. Agora sabemos que toda a produção do artista passa pelas pulseiras e anéis e vai até o colorido das unhas.

E vocês, também são fãs dos esmaltes? Até o próximo domingo com mais novidades do mundo da moda!

3 thoughts on “Evolução no Mundo dos Esmaltes

  1. Priscila estreando com o pé direito… hahaha
    Sabia que esse foi exatamente o assunto da minha monografia? *-*

    Eu não ligo p/ moda, mas adoro esmaltes, tenho uma coleçãozinha se formando aqui e não consigo parar de comprar. =P

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