Atraentes e… perigosos!

O post de hoje é para você que se derrete a cada nova cor de esmaltes lançada e também para você que admira uma mulher com unhas bem feitas e exuberantes. Considerando que o uso deste cosmético já era uma preocupação notável no cotidiano de rainhas egípcias, como Cleópatra – refletindo, inclusive, um fator de distinção ou reconhecimento da hierarquia social –, pode-se dizer que as unhas coloridas estão em alta desde sempre.

Além da incrível variação de tonalidades que existe hoje, o cosmético se apresenta com nomes cada vez mais ousados e igualmente atraentes, atiçando com louvor a vaidade feminina. No entanto, o item, que é indispensável na vida de muitas mulheres (já que o ritual é “fazer as unhas” a cada semana), requer cautela. E para você que curte as cores mais escuras, o cuidado deve ser dobrado.

Isto porque os aparentemente inofensivos esmaltes comuns apresentam elementos tóxicos em sua composição, tanto para a saúde quanto para o meio ambiente. Uma destas substâncias é a toluenossulfonamida, que é derivada do formol e apresenta-se mais concentrada conforme o tom mais escuro do produto. Os Compostos Orgânicos Voláteis (COVs) estão presentes na fabricação destes esmaltes e sua evaporação compromete a camada de ozônio, sendo considerados nocivos ao meio ambiente.

Mas, calma. Aparentemente, nem tudo está perdido. Você pode ser consciente sem perder as tendências do mundo fashion! Algumas marcas já desenvolvem produtos com baixos ou nenhum nível de COV. Se para a famosa acetona removedora de esmaltes – que foi restrita no mercado por também conter substâncias tóxicas –, é possível usar o óleo de banana como alternativa, para os esmaltes comuns existe a solução dos esmaltes hipoalergênicos, naturais e ecológicos. Em geral, eles são à base de água e alguns são também biodegradáveis, mantendo a sustentabilidade após o uso.

Em uma matéria retirada do NYT (link abaixo), você confere salões de beleza “verdes”, que, há dois anos, passaram a utilizar produtos – como o esmalte ecológico – que não têm substâncias tóxicas, nos Estados Unidos:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft1411201015.htm



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