Tragédias marcantes na Fórmula 1

Há 52 anos, a mais tradicional corrida automobilística conquistava o mundo: a Fórmula 1. Considerado um esporte de luxo – além das glórias e vitórias -,  a modalidade produziu  inúmeras tragédias, deixando até mesmo alguns traumas para os amantes da categoria.

Desde o seu início, morrer praticando esse esporte, surpreenda-se (ou não), faz parte do jogo. Tanto que a TV inglesa BBC intitulou o período de 1956 a 1978 de “Anos Assassinos” por causa de trinta acidentes fatais.

O circuito que mais vitimou pilotos foi o Indianapolis Motor Speedway, na cidade de Indianápolis, nos Estados Unidos. A pista oval tirou a vida de sete pilotos, todos eles norte-americanos. Um deles, Chet Miller, foi primeiro a falecer na seção de testes no local.

Em 1976, o austríaco Niki Lauda sofreu um acidente no autódromo de Nürburgring porque perdeu o controle do carro na saída de uma curva. Sua máquina bateu contra a mureta, pegou fogo e em seguida outro piloto bateu no carro de Niki, arrastando-o. Socorrido pelos paramédicos, o atleta sobreviveu e chegou a participar de outras corridas, sendo campeão mundial em 1975,1977 e 1984. Não demorou muito para largar as provas e hoje dedica sua vida aos negócios da F1.

Em 1994, outro austríaco, Roland Ratzenberger, não teve a mesma sorte. Nos treinos livres para o GP de San Marino,no autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Imola,  na Itália, ao final da curva Tamburello, a asa dianteira do Simtek soltou-se e o piloto, sem controle do carro, bateu violentamente contra o muro na curva Villeneuve. Sua morte fora anunciada oito minutos após o piloto ter dado entrada no hospital, um dia antes do acidente do maior piloto de todos os tempos.

Ídolo dos brasileiros, Ayrton Senna teve uma carreira invejável. Fora campeão em 1988, 1990 e 1991 e vice em 1989 e 1993. No entanto, o ano de 1994 fora fatídico. O piloto faleceria no autódromo de Enzo e Dino Ferrari após entrar na curva Tamburello, a mesma de Ratzenberger, ao perder o controle do carro que seguiu reto e chocou-se violentamente contra o muro de concreto. A tragédia chocou o país. Mesmo assim, até hoje Senna é considerado pela crítica, pelos fãs do esporte e até pelos próprios pilotos da F1 o maior piloto da história.

A F1 pode ser resumida a qualquer jogo: algumas vezes se ganha e outras, infelizmente, se perde (até a vida). É um risco, mas a paixão é o oxigênio, a força e a coragem para quem o pratica.

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