É ‘uó’, mas está revolucionando a música brasileira

Tudo se cria, nada se copia, certo? A ‘nova’ cena musical brasileira está levando essa expressão ao pé da letra. Banda Uó e Gaby Amarantos são só dois dos mais famosos representantes do tecnobrega, estilo paraense criado no início dos anos 2000. A fusão da música tradicional paraense (já extrapolada para qualquer gênero musical) com a música eletrônica rende um caldo duvidoso, mas original e refrescante.

O primeiro CD da Banda Uó, ‘Motel’ (Vigilante/Deck), será lançado este mês. Até agora, todas as músicas conhecidas da banda são versões completamente distorcidas de hits americanos, como Whip my Hair, da Willow Smith. A versão eletrobrega do inocente ‘bate cabelo’ é uma história de vingança que envolve a vocalista da banda, a transexual Candy Mel, e Mick Jagger, que acaba morto. A banda já roubou elogios até do blogueiro americano Perez Hilton, além de outros especialistas de mais peso, como Diplo, produtor que está colaborando no CD de estreia do trio de Goiânia. Este ano, eles participaram de um tributo do site Rock ‘n Beats aos dez anos do álbum Is This It, do Strokes. Last Nite virou Rosa.

Gaby Amarantos, a ‘beyoncé do Pará’, canta em Xirley: “Eu vou samplear, eu vou te roubar!”. Ela não tem medo de adaptar Águas de Março, de Tom Jobim, e até mesmo Das modell, do Kraftwerk, para um ritmo bem dela. O que chama atenção é que, por trás de toda a indumentária espalhafatosa e batida tecno, Gaby tem um vozeirão.

E vocês, o que acharam?

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